
Estudantes do Instituto Federal Baiano (IF Baiano) realizaram, nesta quarta-feira (21), uma manifestação em frente à instituição, em alusão ao Dia Nacional dos Institutos Federais com Lula. O ato defendeu a educação pública, gratuita e de qualidade, além de manifestar apoio à reeleição do presidente.
A mobilização reuniu estudantes em torno de pautas relacionadas ao financiamento da educação, à assistência estudantil e à valorização da pesquisa.
Segundo Lucas Agostini, diretor de grêmios gerais, a manifestação foi marcada pela união dos estudantes e pela defesa de reivindicações que fazem parte do cotidiano da comunidade acadêmica.

“Foi um momento muito forte de união”, destacou Lucas, ao ressaltar a importância de os estudantes se mobilizarem em defesa de seus direitos e da instituição onde estudam.
Entre as principais reivindicações estiveram a ampliação dos recursos destinados à manutenção dos campi, o fortalecimento da assistência estudantil, sendo fundamental para garantir a permanência de alunos em situação de vulnerabilidade e o incentivo à pesquisa.
Lucas também chamou a atenção para os problemas de infraestrutura e os cortes orçamentários enfrentados durante a gestão federal anterior. Para ele, as dificuldades atuais evidenciam a importância dos investimentos necessários para assegurar o funcionamento adequado das instituições.

“A manifestação também evidenciou a falta de estrutura e os cortes que a gente sofreu na gestão passada, mostrando que o que a gente luta para ter hoje faz falta justamente porque foi tirado antes”, afirmou.
Além das reivindicações relacionadas às condições de ensino, o ato teve caráter político, associando a defesa dos institutos federais ao apoio à continuidade do governo Lula, devido ao longo comprometimento do presidente para com a pauta da educação. A mobilização buscou reforçar a importância das políticas públicas de educação para a formação dos estudantes e para o desenvolvimento regional.
Para Lucas, a defesa do ensino público vai além das disputas eleitorais e representa um compromisso com as oportunidades oferecidas à população. “Mais do que um ato político, o protesto deixou claro que a gente faz questão de defender um ensino público, gratuito e de qualidade, que realmente transforma a nossa realidade e o futuro da nossa região”, concluiu.
