
Na manhã desta terça-feira (28), por volta das 09h00, foi registrado um homicídio na Rua Mauá, nº 530, bairro Santa Rita, nas proximidades de um posto de combustíveis, no município de Teixeira de Freitas. A vítima, identificada como Sergio Chaves dos Santos, de 46 anos, foi atingida por um disparo de arma de fogo, vindo a óbito ainda no local.
Segundo duas testemunhas presenciais, Sérgio teria utilizado um banco de plástico para agredir seu próprio irmão que estava trabalhando, além de persegui-lo ao redor de um veículo que o mesmo estava trocando um pneu, afirmando que iria matá-lo. Sérgio já tinha registro da delegacia de agressão contra Tikão.

Tikãoa gredido por Sérjão em brigas anteriores. Foto/ redes socias
Durante as investigações iniciais, o autor do disparo, Francisco Julião Filho, o “Tikão” de 54 anos, irmão da vítima, apresentou-se espontaneamente às equipes do Núcleo de Homicídio da 8ª COORPIN TEIXEIRA DE FREITAS e relatou que se encontrava em seu estabelecimento comercial quando foi surpreendido pela vítima em estado exaltado, proferindo ameaças e iniciando agressões físicas. Em interrogatório, ele confirmou essa versão e informou que tentou se esquivar das agressões, chegando a registrar parte da ação em vídeo, momento em que, diante da continuidade das investidas, efetuou um único disparo, alegando ter agido em legítima defesa.

Foto/ Redes socias
De acordo com informações coletadas pelas equipes do Núcleo de Homicídios da 8ª COORPIN, a confusão teria começado quando Sergio dirigiu-se ao estabelecimento comercial de seu irmão, Francisco Julião Filhos, conhecido como “Tikão”, de 54 anos. As testemunhas confirmaram a dinâmica apresentada, indicando que a vítima iniciou as agressões. Imagens coletadas nas imediações também reforçam essa versão, evidenciando que a vítima se dirigiu ao local de trabalho do irmão e deu início à confusão.
Considerando a apresentação espontânea do investigado e os indícios iniciais de legítima defesa, não foi lavrado auto de prisão em flagrante. Foi instaurado inquérito policial por portaria para apuração completa dos fatos, sem prejuízo de eventual representação por prisão preventiva, caso surjam novos elementos durante as investigações

