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Suzano avança com corredores ecológicos entre a Bahia e o ES

Iniciativa, iniciada há quatro anos, contribui com a expansão da cobertura vegetal e conservação da fauna na Mata Atlântica

Por Neuza em 25/04/2026 às 07:42

Suzano avança com corredores ecológicos entre a Bahia e o ES

 

No mês em que se comemora o Dia Mundial do Planeta Terra, celebrado em 22 de abril, a Suzano - maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto - reafirma seu compromisso com a conservação ambiental por meio da criação e manutenção de Corredores Ecológicos, conectando importantes fragmentos florestais da Mata Atlântica entre a Bahia e o Espírito Santo. As ações são promovidas em parceria com a iNovaland Brasil, gestora de fundos especializada em restauração florestal.

O Corredor Central da Mata Atlântica, onde estão inseridas as iniciativas da Suzano nos estados baiano e capixaba, é considerado um dos mais relevantes para a conservação da biodiversidade no Brasil. Essa região abriga diversas espécies ameaçadas de extinção, como o bugio-marrom, o beija-flor balança-rabo-canela e o mutum-do-sudeste. "Os corredores ecológicos funcionam como pontes verdes que conectam áreas antes isoladas, permitindo que espécies circulem, se alimentem, se reproduzam, além de aumentar a cobertura vegetal nesses ambientes. Na prática, eles reconectam trechos de floresta separados por atividades humanas, como pastagens ou plantios", esclarece Tiago Pereira, Consultor de Sustentabilidade da Suzano.

A Suzano protege cerca de 270 mil hectares de matas nativas entre os municípios de Porto Seguro (BA) e Linhares (ES). Na Bahia, a companhia mantém importantes parques nacionais conectados, como os parques do Descobrimento e Monte Pascoal. Já no Espírito Santo, mantém fragmentos florestais relevantes, próximos a unidades de defesa florestal, como a Reserva Biológica de Sooretama.

Nos últimos quatro anos, a empresa tem investido em restauração de áreas degradadas para recuperar a vegetação nativa, além de promover a regeneração natural das espécies e incentivar ações de plantio de mudas contando com o apoio de voluntários(as), comunidades tradicionais, colaboradores(as), prestadores de serviço da companhia e seus familiares.

Ações incluem Cerrado e Amazônia

Além da Mata Atlântica, a Suzano também contribui com a conservação dos biomas Cerrado e Amazônia. Conforme o recém-lançado Relatório de Sustentabilidade da companhia, em quatro anos foram conectados 214.368 hectares de vegetação nativa, o equivalente a mais de 200 mil campos de futebol, nos três biomas impactados. Somente em 2025, foram conectados 55.366 hectares de área nativa, acelerando o avanço rumo à meta pública assumida pela companhia de conectar 500 mil hectares até 2030.

"A implantação dos corredores ecológicos segue critérios definidos por décadas de pesquisa e monitoramento realizados pela Suzano e parceiros. Esse modelo permite que os animais utilizem diferentes áreas, ampliando o deslocamento da fauna, favorecendo a dispersão de sementes e pólens, e ampliando a diversidade genética e a resiliência das populações. Não se trata apenas de restaurar áreas, mas de permitir que o ecossistema funcione de forma integrada", completa Tiago Pereira.

As informações sobre o avanço dos corredores ecológicos e os demais compromissos socioambientais da companhia estão disponíveis no Relatório de Sustentabilidade 2025. Para saber mais, acesse: https://www.suzano.com.br/relatorios-de-sustentabilidade/relatorio-suzano-2025

Fonte: Por: Edson Sodré

Tags:   Suzano corredores ecológicos
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