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publicado em 01/08/2018 às 09h48min

Famílias devem vacinar as crianças contra sarampo e poliomielite

Campanha de vacinação ocorre em todo o território nacional de 6 a 31 de agosto. Sem imunização, País está sujeito às doenças, que já foram erradicadas.
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Governo do Brasil, com informações do Ministério da Saúde

Famílias devem vacinar as crianças contra sarampo e poliomielite

Os pais também devem vacinar crianças que já receberam alguma dose contra sarampo e poliomielite

Foto: Erasmo Salomão/Min. da Saúde

Famílias devem vacinar crianças de 1 a 5 anos contra sarampo e poliomielite entre 6 e 31 de agosto de 2018. É nesse período que ocorrerá a campanha de vacinação que prevê imunizar 95% desse público, isto é, mais de 11 milhões de crianças. O movimento é coordenado pelo Ministério da Saúde, com apoio da Organização Pan-americana da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) no Brasil e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) além de entidades da iniciativa privada.

A representante da Opas/OMS no Brasil, Maria Dolores Pérez, afirma que o esforço não se restringe à nação e ao Estado brasileiro. “A Opas/OMS apoia a iniciativa do Ministério da Saúde no Brasil e consideramos que isso é uma prioridade não apenas aqui. Todos os países americanos estão fazendo esforços para continuar eliminando o surto de sarampo na região”, afirma.

A queda na cobertura das vacinas contra sarampo e poliomielite em algumas regiões do Brasil é motivo de preocupação, segundo o Chefe de Comunicação e Parcerias da Unicef, Michael Klaus. “O País teve muito sucesso nas décadas passadas e agora precisamos de um esforço enorme — vacinar 95% do público-alvo — para resgatar essas conquistas. Vamos apoiar esse trabalho nos municípios, onde as vacinações ocorrem e que têm um papel muito importante”, garantiu.

O ministro da Saúde, Gilberto Occhi, lista alguns fatores que podem explicar a queda na cobertura vacinal: desconhecimento sobre a importância e benefícios da vacina; horário de funcionamento dos postos de vacinação (incompatíveis com os horários de trabalho das famílias), e notícias falsas.

“Não há sinais de poliomielite no Brasil atualmente, mas registramos baixos índices de vacinação. Vamos completar quase 30 anos sem casos da doença, mas precisamos manter o ritmo de imunização, sobretudo das crianças”, afirma Occhi.

Dose de reforço

O ministro destaca também que os pais devem vacinar, inclusive, crianças que já receberam alguma dose da imunização. Parte do orçamento do Ministério da Saúde destinado à campanha (R$ 160 milhões) será aplicado nas doses de reforço. “Quem tomou uma ou mais doses da vacina contra poliomielite, vai receber a vacina oral contra a doença. Quanto ao sarampo, todas as crianças receberão uma dose da tríplice viral, independentemente da situação vacinal”, explica. Todos os estados já receberam estoques das vacinas

Campanha de vacinação Sarampo Poliomielite Paralisia infantil

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